Terapia e depressão

Terapia e depressão

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) relatam que o Brasil é o segundo país das Américas com maior número de pessoas depressivas, equivalentes a 5,8% da população, atrás dos Estados Unidos, com 5,9%.

Portanto, é importante conhecê-la para reduzir o sofrimento de milhares de pessoas. A primeira ajuda que devemos dar para uma pessoa que sofre de depressão é tentar não atrapalhar, isto é, ter consciência de que depressão não é frescura, preguiça ou loucura, e, muito menos, o jeito de ser de uma pessoa.

Não significa ser uma pessoa frágil, fraca ou mais sensível para enfrentar as dores da vida e, muito menos, anormal. Ninguém é anormal ou fraco por estar doente.

Isso faz parte da vida. Muitas vezes, o deprimido é rotulado como uma pessoa “de mal com a vida”, “difícil”, “desagradável”, “pessimista”, “rabugenta”, “mal-humorada”, etc.

Depressão gera um sofrimento difícil de suportar e, se não tratada, aumentam-se as chances de sua reincidência e agravamento.

Os sintomas apresentados na depressão são:

1) tristeza ou irritação excessiva;

2) muito desânimo, cansaço físico e mental, corpo pesado e fadiga em geral;

3) sente menos prazer em geral;

4) tem menos interesse por  atividades que gostava muito de realizar anteriormente;

5) diminuição de interesse sexual;

6) preocupação e culpa em exagero, sensação de estar fracassando sempre e em tudo e muita desesperança para o futuro,

7) insônia ou hipersonia (excesso de sono);

8) perda ou aumento do apetite;

9) quando grave tem sensação de vazio e inutilidade.

Em razão do cansaço intenso, o deprimido tem raciocínio lento, dificuldade de concentração e memorização, baixa motivação para executar as atividades rotineiras, dificuldade de organização e planejamento, etc.

Como sair da depressão?

O trabalho na terapia já está muito avançado. Inclusive, os psicólogo que trabalham na área da Terapia Cognitiva aplicam um teste específico para depressão que é capaz de identificar o grau da depressão em leve, moderada, grave ou gravíssimo. 

Isso facilita muito a condução do trabalho e o torna mais eficaz e mais rápido. 

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Terapia e depressão

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) relatam que o Brasil é o segundo país das Américas com maior número de pessoas depressivas, equivalentes a 5,8% da população, atrás dos Estados Unidos, com 5,9%.

Portanto, é importante conhecê-la para reduzir o sofrimento de milhares de pessoas. A primeira ajuda que devemos dar para uma pessoa que sofre de depressão é tentar não atrapalhar, isto é, ter consciência de que depressão não é frescura, preguiça ou loucura, e, muito menos, o jeito de ser de uma pessoa.

Não significa ser uma pessoa frágil, fraca ou mais sensível para enfrentar as dores da vida e, muito menos, anormal. Ninguém é anormal ou fraco por estar doente.

Isso faz parte da vida. Muitas vezes, o deprimido é rotulado como uma pessoa “de mal com a vida”, “difícil”, “desagradável”, “pessimista”, “rabugenta”, “mal-humorada”, etc.

Depressão gera um sofrimento difícil de suportar e, se não tratada, aumentam-se as chances de sua reincidência e agravamento.

Os sintomas apresentados na depressão são:

1) tristeza ou irritação excessiva;

2) muito desânimo, cansaço físico e mental, corpo pesado e fadiga em geral;

3) sente menos prazer em geral;

4) tem menos interesse por  atividades que gostava muito de realizar anteriormente;

5) diminuição de interesse sexual;

6) preocupação e culpa em exagero, sensação de estar fracassando sempre e em tudo e muita desesperança para o futuro,

7) insônia ou hipersonia (excesso de sono);

8) perda ou aumento do apetite;

9) quando grave tem sensação de vazio e inutilidade.

Em razão do cansaço intenso, o deprimido tem raciocínio lento, dificuldade de concentração e memorização, baixa motivação para executar as atividades rotineiras, dificuldade de organização e planejamento, etc.

Como sair da depressão?

O trabalho na terapia já está muito avançado. Inclusive, os psicólogo que trabalham na área da Terapia Cognitiva aplicam um teste específico para depressão que é capaz de identificar o grau da depressão em leve, moderada, grave ou gravíssimo. 

Isso facilita muito a condução do trabalho e o torna mais eficaz e mais rápido. 

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